É preciso acordar amanhã.
É preciso recordar esquecendo.
É preciso crescer sem afundar.
É preciso dizer sem gritar.
É preciso ouvir sem chorar.
É preciso decidir a vereda.
É preciso...
E hoje foi preciso.
Hoje era preciso.
"(...) Hoje, de mim, só resta o desencanto Das coisas que beijei mas não vivi... (...)" Mário de Sá-Carneiro