maio 02, 2006

Não há...


Não há céu como o que piso.
(Não há limites para o meu sonho)

Não há estrada para tanto caminho.
(Não há limites para o meu sonho)

Não há memória para tanta lembrança.
(Não há limites para o meu sonho)

Não há vento para este desejo de voar.
(Não há limites para o meu sonho)

Não há ondas como as que me embalam.
(Não há limites para o meu sonho)

Não há horizontes para tanta distância.
(Não há limites para o meu sonho)

Não há limites para tanto sonho.
(Não há limites para o meu sonho)

Há tanto e no entanto...

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