É tão bom vibrar com um bom jogo!!!!!!!!! Berrar, refilar, bater palmas, assobiar, stressar, bater o pé, sofrer até ao último minuto!!! É bom, mesmo que na bancada a temperatura desça, o frio aperte e o nariz avermelhe!!!!!!!!janeiro 07, 2006
janeiro 06, 2006

A base de muitas relações (pessoais, profissionais, pontuais, acidentais, etc) passa muito pela reciprocidade, mas também por aprender a lidar com as diferentes personalidades que cruzam as nossas vidas. Claro está, que não basta isto, há outras bases, outros princípios e valores basilares, mas estes são muito relevantes, na minha modesta maneira de ver as coisas.
Ora, ninguém melhor que o outro, para nos avaliar, mas o tempo escasseia, a vida flui depressa e não resta tempo para "perder tempo" a conhecer o outro. E é tão bom fazer um sorriso e receber um outro; é tão agradável recompensarem-nos por um esforço e sacrífico com um obrigado sincero; é tão boa uma palavra certa naquele momento! E por ter consciência disto, é que fui filtrando, de certa forma, as pessoas que me correspondem mais. Não tem de ser uma espécie de "olho por olho, dente por dente", mas um mínimo de reciprocidade, não faz mal a ninguém!!!! Como dizem os brasileiros: "Não tira pedaço!!!".
A verdade, é que há pessoas que dão mais de si, outras que dão menos, mas isso também passa pelo segundo aspecto que referi no início: "aprender a lidar com as diferentes personalidades que cruzam as nossas vidas.". E é isso que não sei fazer, porque recíproca, eu até acho que sou, mas não sei lidar muito bem com diferentes personalidades. Ou seja se recebo mais do que dou, tenho de aprender a lidar com a outra pessoa e tentar perceber se estou ou não a frustrar as suas expectativas. Por outro lado, se dou mais de mim, do que a outra pessoa me dá, tenho de compreender que talvez esteja a exigir demais, de quem, de acordo com a sua personalidade dá o que quer ou pode.
Mas, este segundo ponto, tem outra faceta. Por exemplo, eu não me importo que me critiquem e me censurem em certa actuação ou situação, mas lido mal com isto se apenas me criticarem ou se o fizerem de modo destrutivo. As pessoas, são como os animais: para ensinar, há que criticar, refilar, chamar à atenção, mas à mínima melhora, têm de ser elogiados e se possível dar-lhes um docinho! Se melhorou, é louvável, e é isso que muitas vezes as pessoas não fazem. Há pessoas que sabem lidar mesmo com as pessoas. Por incrível que pareça, percebi, há muito pouco tempo que reajo bem a pequenos estímulos positivos, mesmo que acompanhados de críticas e chamadas de atenção. É que assim, não me deixo ir a baixo, não fico desolada por me achar incapaz e pelo contrário fico com força de vontade para fazer melhor. No entanto, por nabice ou por ignorância, acho que sou a primeira a não dar estes pequenos incentivos às pessoas. Pelo menos, não tenho noção disso. Hoje em dia sei, que estas pequenas boas acções, dão ânimo, brio e força às pessoas, pelo menos à minha pessoa.
E o que eu acho mais giro, é que nem sempre se nota quando a crítica e o incentivo têm mais relevância, mas por vezes são pessoas que passam pontualmente na nossa vida que nos revelam coisas importantes. E talvez por serem pontuais ou por saberem avaliar bem as pessoas, é que eu tive a possibilidade de, em pouco tempo, conhecer a crítica exacerbada seguida de desolação, e por outro lado, uma mudança de atitude que se baseia nos tais estímulos (vitaminas de good vibration) que me deixam cheia de garra para continuar.
Em jeito de conclusão, talvez esta reflexão pareça ridícula, mas sinto, que me compreendi mais um bocadinho e talvez aprenda a relacionar-me com outras personalidades, especialmente as mais peculiares.
Ora, ninguém melhor que o outro, para nos avaliar, mas o tempo escasseia, a vida flui depressa e não resta tempo para "perder tempo" a conhecer o outro. E é tão bom fazer um sorriso e receber um outro; é tão agradável recompensarem-nos por um esforço e sacrífico com um obrigado sincero; é tão boa uma palavra certa naquele momento! E por ter consciência disto, é que fui filtrando, de certa forma, as pessoas que me correspondem mais. Não tem de ser uma espécie de "olho por olho, dente por dente", mas um mínimo de reciprocidade, não faz mal a ninguém!!!! Como dizem os brasileiros: "Não tira pedaço!!!".
A verdade, é que há pessoas que dão mais de si, outras que dão menos, mas isso também passa pelo segundo aspecto que referi no início: "aprender a lidar com as diferentes personalidades que cruzam as nossas vidas.". E é isso que não sei fazer, porque recíproca, eu até acho que sou, mas não sei lidar muito bem com diferentes personalidades. Ou seja se recebo mais do que dou, tenho de aprender a lidar com a outra pessoa e tentar perceber se estou ou não a frustrar as suas expectativas. Por outro lado, se dou mais de mim, do que a outra pessoa me dá, tenho de compreender que talvez esteja a exigir demais, de quem, de acordo com a sua personalidade dá o que quer ou pode.
Mas, este segundo ponto, tem outra faceta. Por exemplo, eu não me importo que me critiquem e me censurem em certa actuação ou situação, mas lido mal com isto se apenas me criticarem ou se o fizerem de modo destrutivo. As pessoas, são como os animais: para ensinar, há que criticar, refilar, chamar à atenção, mas à mínima melhora, têm de ser elogiados e se possível dar-lhes um docinho! Se melhorou, é louvável, e é isso que muitas vezes as pessoas não fazem. Há pessoas que sabem lidar mesmo com as pessoas. Por incrível que pareça, percebi, há muito pouco tempo que reajo bem a pequenos estímulos positivos, mesmo que acompanhados de críticas e chamadas de atenção. É que assim, não me deixo ir a baixo, não fico desolada por me achar incapaz e pelo contrário fico com força de vontade para fazer melhor. No entanto, por nabice ou por ignorância, acho que sou a primeira a não dar estes pequenos incentivos às pessoas. Pelo menos, não tenho noção disso. Hoje em dia sei, que estas pequenas boas acções, dão ânimo, brio e força às pessoas, pelo menos à minha pessoa.
E o que eu acho mais giro, é que nem sempre se nota quando a crítica e o incentivo têm mais relevância, mas por vezes são pessoas que passam pontualmente na nossa vida que nos revelam coisas importantes. E talvez por serem pontuais ou por saberem avaliar bem as pessoas, é que eu tive a possibilidade de, em pouco tempo, conhecer a crítica exacerbada seguida de desolação, e por outro lado, uma mudança de atitude que se baseia nos tais estímulos (vitaminas de good vibration) que me deixam cheia de garra para continuar.
Em jeito de conclusão, talvez esta reflexão pareça ridícula, mas sinto, que me compreendi mais um bocadinho e talvez aprenda a relacionar-me com outras personalidades, especialmente as mais peculiares.
Vamos cantar as janeiras.

Há tradições que se esquecem, que se perdem e é uma pena. Cantar as janeiras no dia de Reis, é uma a tradição levada a cabo por poucos. A ideia, é cantar de porta em porta, com amigos, uma música para desejar bom ano. É giro, já não me lembrava bem como se desenrolava esta tradição. Vozes, instrumentos e boa disposição, e se quem ouvir gostar oferece docinhos, filhoses e vinho. É um costume giro e o engraçado é que, se aqueles a quem se canta, não gostam muito, então as pessoas alteram o tom do cântico e passa uma espécie de crítica à atitude.
A minha proposta é cantar as Janeiras para vos desejar um bom ano!!!!!!!!!
NAtal dos Simples.
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura
Zeca Afonso

Estou farta da minha cara de sono tão matutina. Acho que nunca chego ao chamado terceiro sono. Estou farta de despertadores (e despertadoras) e que me arranquem do conforto da cama. Estou farta de ter os olhos a arder e o corpo pesado. Quero dormir...eu só quero dormir. Falta-me a animação matinal tão característica em dias quentes e primaveris. Falta-me a luz do sol, sem ser esta ácida e arrepiante. Quero dormir e acordar quando chegar a Primavera...hibernar. Quero hibernar...! Deixa-me hibernar.
janeiro 05, 2006
Longas as esperas...
Há pessoas que conseguem fazer dos encontros uma espera.
A minha mãe sempre disse: "não sejas impaciente"
E eu até achava que estava melhor...mas como se diz: " a paciência tem limites!!!"
A minha mãe sempre disse: "não sejas impaciente"
E eu até achava que estava melhor...mas como se diz: " a paciência tem limites!!!"
Capricho
Estes meus braços cruzados

É uma hipocrisia dizer que se odeia hipocrisia e nada fazer. Estes meus braços cruzados são imagem da minha hipocrisia, mas ainda assim, aqui, comodamente sentada, sou capaz de dizer, com fé, com alma e alguma comoção...EU ODEIO HIPOCRISIA!!!! A minha, a vossa e de toda a gente... Esta minha revolta é geral. Sempre foi...mas... estava a rever o caso da Fátima Letícia...
Ninguém viu...
Ninguém fala...
Ninguém fez nada...
...mas a criança não sorri, simplesmente, já não sorri.
Oiça Lá Ó Senhor Vinho

Oiça lá ó senhor vinho,
vai responder-me, mas com franqueza:
porque é que tira toda a firmeza
a quem encontra no seu caminho?
Lá por beber um copinho a mais
até pessoas pacatas,
amigo vinho, em desalinho
vossa mercê faz andar de gatas!
É mau procedimento
e há intenção naquilo que faz.
Entra-se em desequilíbrio,
não há equilíbrio que seja capaz.
As leis da Física falham
e a vertical de qualquer lugar
oscila sem se deter
e deixa de ser perpendicular.
"Eu já fui", responde o vinho,
"A folha solta brincara ao vento,
fui raio de sol no firmamento
que trouxe a uva, doce carinho.
Ainda guardo o calor do sol
e assim eu até dou vida,
aumento o valor seja de quem for
na boa conta, peso e medida.
E só faço mal a quem
me julga ninguém
e faz pouco de mim.
Quem me trata como água
é ofensa, pago-a!
Eu cá sou assim."
Vossa mercê tem razão
e é ingratidão
falar mal do vinho.
E a provar o que digo
vamos, meu amigo,
a mais um copinho!
janeiro 04, 2006
janeiro 03, 2006
Nunca basta...

Não bastava olhar nos olhos, era preciso olhar a alma, conhecer o significado dos gestos, perceber o cheiro, reconhecer a dor. Não bastava dar a mão para o puxar, era preciso abrir caminho, explicar o sentido das coisas, ajudar. Não bastava encher os bolsos de dinheiro, era preciso encher o corpo de abraços, a expressão de sorrisos, a vida de alegrias. Não bastava e não bastou. Nunca basta...
Gente, somos gente...

Somos reflexo de nós próprios, dos nossos actos, omissões. Somos as nossas opções, somos as nossas raivas, os nossos amores. Somos o que somos e como somos. Somos odes à vida, somos esculturas feitas de memórias e saudades. Somos uns falhados, na ânsia de acertar. Somos tão pouco. Somos tão vazios. Somos tão sozinhos. Somos ilusão de felicidade. Somos partículas, meras partículas. Somos cheiros de quimeras e utopias. Somos cantos desafinados. Somos apagados. Somos absurdos, obtusos, esdrúxulos. Somos o que não quisemos ser. Somos comodistas, egoístas, falsos poetas do amor. Somos cansados. Somos eterna esperança. Somos projectos e planos. Somos pedras da calçada. Somos princesas e cavaleiros. Somos crianças esquecidas. Somos cobardes. Somos destinos diferentes. Somos gato-sapato. Mas somos...um dia podemos já não ser...
more than words
Sem dúvida que há músicas que marcam, ficam, permanecem nas nossas vidas. E se há músicas assim, esta é uma delas.Há músicas que não deixam de completar. Nunca me cansei de ouvir...!
Saying I love you
Is not the words I want to hear from you
It's not that I want you
Not to say, but if you only knew
How easy it would be to show me how you feel
More than words is all you have to do to make it real
Then you wouldn't have to say that you love me
Cos I'd already know
What would you do if my heart was torn in two
More than words to show you feel
That your love for me is real
What would you say if I took those words away
Then you couldn't make things new
Just by saying I love you
More than words
Now I've tried to talk to you and make you understand
All you have to do is close your eyes
And just reach out your hands and touch me
Hold me close don't ever let me go
More than words is all I ever needed you to show
Then you wouldn't have to say that you love me
Cos I'd already know
What would you do if my heart was torn in two
More than words to show you feel
That your love for me is real
What would you say if I took those words away
Then you couldn't make things new
Just by saying I love you
More than words
Extreme
janeiro 02, 2006

Parar...
Parar para pensar. Parar para deixar passar. Parar para não errar. Parar de chorar. Parar por parar.
Pensar...
Pensar se devo parar. Pensar o que devo deixar. Pensar no que falhei. Pensar em que pensar.
Perder...
Perder a realidade. Perder o pé. Perder a confiança. Perder a cabeça. Perder tudo.
Perdoar...
Perdoar e esquecer. Perdoar. Perdoar só por perdoar. Perdoar tudo. Perdoar demais.
Pedir...
Pedir para voltar. Pedir para parar. Pedir para perdoar. Pedir para ir embora. Pedir tudo e só por pedir.
Podia ficar aqui a escrever. Podia mas não fico. Parece que há coisas demais para parar, para pensar, para perder, para perdoar, para pedir...por isso não posso ficar a escrever a minha alma.
Primeiro chavão do ano:
Subscrever:
Mensagens (Atom)






